Marketing do seu jeito

O campo de marketing digital é cheio de soluções milagrosas, métodos revolucionários e técnicas infalíveis — para pegar os seus dinheiros. Todo mundo vende o último pulo do gato para você conseguir resultados rápidos com o mínimo de esforço, pois eu vou na contramão aqui:

Não existe fórmula mágica!

Conseguir se destacar no meio literário quando temos uma abertura muito maior no mercado é difícil sim, exige esforço sim e, muitas vezes, exige investimento financeiro também. Marketing para escritores é um trabalho de formiguinha e o resultado pode demorar bastante.

Mas eu não tô falando isso para te desmotivar! Pelo contrário, eu acho importante que sejamos realistas para conseguir alcançar os nossos objetivos.

Porque se você de um dia para o outro decidir que vai fazer 20 stories, caixinhas de perguntas, 3 posts no feed, 1 vídeo no YouTube, 50 tweets todos os dias, em uma semana, ou menos, você vai cansar. Você vai se frustrar. Você vai ver que está gastando muito mais tempo produzindo material para as redes sociais do que de fato escrevendo. E os resultados não vão vir do dia para noite mesmo assim.

Ser lido é muito legal, claro que todo escritor quer isso e ter uma presença nas redes sociais vai te ajudar sim. No entanto, temos que nos perguntar: quão rápido queremos crescer? e a que custo? Porque produzir conteúdo para as redes sociais pode ser exaustivo se você for seguir todas as dicas de marketing e métodos que vendem por aí. A regra é produzir cada vez mais, conteúdo cada vez mais diversificado. Agora, se quem vive exclusivamente disso (e muitas vezes tem toda uma equipe por trás) já reclama de cansaço, imagina nós, meros mortais.

Estamos exaustos. E isso não é uma exclusividade do meio literário. A precarização do trabalho levou muitos profissionais de todas as áreas para as redes sociais, mas fazer dancinha apontando para a tela o dia inteiro não é a única forma de alcançar seus objetivos.

Por isso, meu conselho para você, escritor, que quer ser visto e lido em 2021 é aprenda a fazer marketing do seu jeito. Entenda o seu tempo, o tempo que você tem disponível para produzir conteúdo e crie o seu calendário de postagens, um que não seja um fardo, que caiba na sua vida. Crie conteúdos que você gosta para que o processo seja menos cansativo. Consistência vai ser mais importante no longo prazo do que se esgotar tentando virar uma máquina de produzir conteúdo a serviço dos algoritmos.

E, vale lembrar, embora Facebook, Instagram e Youtube sejam as redes sociais com mais usuários ativos no Brasil, existem também outras formas de você se comunicar com seus leitores e ser lido. Escolha o canal, ou canais, que funcionam melhor para você e se planeje a partir dele(s). E se você quer focar mais em escrever do que se promover, coletivos, blogs colaborativos e projetos desse tipo são uma boa forma de você se promover e chegar a mais leitores enquanto escreve.

Espero que você conquiste muitos leitores em 2022 e, principalmente, espero que você não surte no processo.

Em tempo:

Se você quiser participar do blog da Escritor Brasileiro, meu outro projeto, aqui está o link para se inscrever. Entraremos em contato a partir de 15 de janeiro com os escritores que chamarem nossa atenção.

E se quiser saber mais sobre como se organizar para fazer o marketing do seu jeito em 2022, confira nossos ebooks.

Como é ser escritor independente? Autores respondem

Como começar a sua carreira de Escritor

Em 2021, a escritora e colaboradora do Escritor Brasileiro, nosso outro projeto, fez uma série de entrevistas com escritores independentes. Um trabalho excelente para conhecer novos autores e, principalmente, aprender com as experiências deles.

Fiz aqui um compilado das respostas de todos os entrevistados ao longo desse ano para te mostrar que você, escritor, não está sozinho, nas dúvidas, no cansado, nas dificuldades e também nas felicidades de ser um escritor independente.

Como é ser escritor independente?

Se for pra resumir em duas palavras: difícil e cansativo. É uma luta diária, uma montanha russa, um dia as expectativas são as melhores, no outro, a impressão é que não fará diferença nenhuma se continuarmos ou não escrevendo.

Antoon Roos: A montanha russa do autor Antoon Roos

É cumprir todos os papéis que forem necessários, rs! Como independente a gente se vê numa multiplicidade de demandas para uma única fonte. Tem que cuidar de todos os aspectos que envolvam desde criação, produção, divulgação e venda do livro, sendo essencial fazer boas escolhas para produzir um bom resultado, então acho que se resume a muita pesquisa e paciência.

Caroline Pestana: As dicas da escritora Caroline Pestana

Uma loucura e uma delícia. Me descobrir e me assumir escritora tem sido uma jornada incrível. O fato de ser independente não foi exatamente uma escolha, acho que é a porta de entrada de qualquer escritora nos dias de hoje. O mercado editorial não é muito aberto para iniciantes, especialmente mulheres. Por isso, a maioria de nós começa de forma independente, que é uma maneira de tomar nosso espaço, por meio dos nossos textos. Me orgulho muito de fazer parte desse movimento.

Carla Guerson: A sinceridade de Carla Guerson

A maior dificuldade de ser independente é sempre como encontrar a maneira de realizar cada etapa da produção e venda de um livro. No início era difícil transformar meu rascunho em algo legível. Então fiz cursos e tive que me dedicar sozinho a essas tarefas. Depois cheguei na parte de produzir o livro e tive apoio de um estúdio de Curitiba, que me ajudou até a etapa de realização de um financiamento coletivo para produzir o livro.

Depois dessa fase, pensei se procuraria uma editora ou não. No fim optei por imprimir meus livros e realizar a venda por mim mesmo e é nessa fase que estou. Fazendo marketing e vendendo. A grande mensagem que fica para quem quer ser escritor independente é essa: você deve estar pronto para aprender tudo que for preciso, por conta próprio ou com ajuda de outros.

D. R. Laucsen:Os mundos fantásticos de D.R. Laucsen

Eu acredito que é desafiador, porém você aprende muito nessa jornada. Eu me sinto muito feliz por ter começado minha trajetória na escrita enquanto uma escritora independente. E mesmo hoje, que eu já começo a vislumbrar outros formatos de publicação, eu me vejo voltando pra escrita independente inúmeras vezes, porque mesmo sendo muito trabalhoso, existe bônus nisso.

Acho que o principal que eu sinto é essa proximidade, essa identificação com os leitores, com as pessoas que acompanham o seu trabalho. Geralmente quando você lança uma obra de maneira independente, as pessoas que compram o seu livro estão comprando o seu sonho, a sua proposta. Elas estão abraçando aquilo. Então acho que a literatura independente acaba se tornando também esse sonho, essa realização coletiva. Eu vejo dessa maneira, acho que carrego um pouco de utopia. Sempre paro e penso, nossa há trinta, quarenta anos atrás, não seria assim tão fácil você se publicar. E que bom que as coisas sejam assim e que a gente possa valorizar esses caminhos facilitados.

Flay Alves: As ensinancas da escritora Flay Alves

Olha, contrariando as expectativas, no início, quando eu publiquei o meu primeiro livro, eu conseguia lidar com mais facilidade com a escrita independente. Eu ainda não trabalhava com redação e tradução, então meu tempo estava um pouco mais livre nesse sentido e eu conseguia organizar e articular melhor o que eu gostava e achava que precisava fazer.

Hoje em dia, uma coisa muito complicada pra mim é o gerenciamento de tempo. Como eu falei, eu vou lançar a versão física do meu livro e eu não tenho conseguido me dedicar pro marketing dele e falar dele na internet como eu gostaria exatamente porque eu não consigo gerenciar as obrigações que eu tenho com o “trabalho que paga as contas” e com o que eu gostaria de fazer, tanto que pros meus próximos projetos e até para o “Quando sentir, escreva”, eu adoraria que uma editora me notasse e eu conseguisse lançar por uma editora! E nem é pela ideia do encher os olhos com a publicação tradicional porque eu gosto muito de ter controle sobre tudo na vida independente, de tomar as minhas decisões, de aprender sozinha porque você acaba quebrando um pouco a cara e aprendendo assim. Porém, o que hoje pesa pra mim em querer uma editora daqui pra frente é em exatamente ter um suporte pra eu me concentrar mais no que eu quero fazer que é escrever. E conseguir escrever hoje em dia, com os meus outros trabalhos, já é uma complicação.

Então eu diria que ser escritora independente é muito difícil, principalmente no Brasil, mas ao mesmo tempo é muito gratificante. Acho que depende mesmo do seu estilo de vida, da sua disponibilidade de tempo e do seu objetivo enquanto escritora. Tudo depende do seu objetivo de acordo com o tipo de publicação que você quer.

Gabriela Araujo: Os aprendizados da escritora independente Gabriela Araujo

Talvez parte da minha resposta soe como encorajamento p’ra muita gente, ao mesmo tempo que não. Hoje, eu diria que muitas vezes a publicação independente será o melhor dos caminhos. Existem algumas editoras bastante inclusivas no Brasil que se abrem facilmente para novos escritores. Acontece que funciona assim: você paga, eles te imprimem e te distribuem e acabou. Tem editoras nesse nicho que publicam uns 50, 100 livros por ano. O lado ruim de algumas dessas é que elas não se dedicam ao conjunto da obra do seu livro e não há, nem por cima, uma consultoria literária p’ra aparar com mais atenção as arestas de um texto. Você que bote seu livro debaixo do sovaco e vá vendê-lo e você que fique atento também para que o conteúdo saia sem erros e o projeto gráfico agrade.

Há, porém, em menor número, editoras incríveis que optam por publicar uma quantidade menor de livros por ano, p’ra se dedicar melhor ao trabalho gráfico, de identidade visual, de revisão e ao conceito de um livro. A Editora Nós, a Patuá e a Letramento são exemplos disso, de um trabalho mais qualitativo e mais dedicado.

Publicar de forma independente tem seu lado bom. Primeiro, porque é uma forma de se lançar ao mundo e segundo porque é você que cuida da identidade visual, da revisão e tem o controle e a possibilidade de que o livro saia como você quer. Como eu gosto de mexer nessa questão de identidade visual, p’ra mim é um processo prazeroso, mas entendo que uma editora séria pode ajudar um escritor a crescer e a filtrar alguns vícios. Acho bonita a possibilidade de se lançar ao mundo que ser escritor independente nos permite e isso pode ser link p’ra muitas coisas, inclusive p’ra ser publicado por uma editora. Acho que isso vai muito da nossa necessidade como escritor e do nosso conhecimento do processo. Acho que vai de escritor p’ra escritor, porque ser escritor independente vai demandar mais movimentos. As ferramentas que estão disponíveis hoje permitem a um escritor independente fazer um trabalho qualitativo e apresentá-lo com conceito e beleza.

Guimel Bilac: A trajetória como escritor independente de Guímel Bilac

É um tanto difícil, afinal você quem cuida de tudo, mas ao mesmo tempo é muito gratificante, você está sempre próximo ao leitor.

J Blue B: A criatividade contagiosa de J.Blue B.

Uma delícia! É bom ter as rédeas do que se faz.

Jader Pires: A escrita amorosa de Jader Pires

Pra mim é um grande processo de descobertas constantes e superação de desafios e medos internos e subjetivos. Encaro o fato de ser escritora independente como um caminho para a construção de um legado. Hoje em dia não me vejo mais tanto como uma simples escritora independente, mas sim, como uma escritora empreendedora que passou a encarar a escrita como a única forma de viver e de impactar a vida de outras pessoas.

Maria Vitória: A energia da escritora empreendedora Maria Vitória

É uma jornada dupla: escrever e divulgar. No primeiro turno de trabalho o escritor independente escreve, e no segundo ele tenta fazer com o que as pessoas leiam o que ele escreveu.

Paula Gomes: As experiências da escritora Paula Gomes

É uma grande montanha-russa! Algumas vezes me sinto muito feliz e orgulhosa de tudo que conquistei, e em outros momentos me sinto desanimada e perdida. O fato de ser independente tem seu lado positivo e negativo. No lado positivo está o controle sobre as decisões e os passos a tomar, já que sou minha própria chefe! Defino o que e como quero fazer, e realizo o que me proponho de acordo com meu próprio tempo e interesse. Por outro lado, toda essa autonomia também pesa porque é preciso ter constância. Se algo dá errado, a culpa é só minha, não tem ninguém pra dividir essa carga. Então é preciso equilibrar os dois sentimentos.

Na minha experiência, também tem sido uma jornada de muito aprendizado e de conexão com pessoas queridas. O tempo todo descubro algo novo, uma forma distinta de melhorar minha escrita, divulgar melhor meu trabalho, usar uma ferramenta mais interessante, etc. E também vou conhecendo novas pessoas nesse caminho, aprendendo delas e percebendo que por mais que me sinta solitária às vezes, outras pessoas também estão passando pelo mesmo. No final das contas, não estou tão sozinha assim.

Regiane: As conexões da escritora Regiane Folter

Ser escritora independente requer um pouco de criatividade. Hoje em dia está mais fácil mostrar o trabalho devido as redes sociais. A internet nos possibilita, também, encontrar coletivos e projetos interessantes no ramo da literatura. Como tudo na vida, também requer disciplina. E claro, tem que amar ler, LER, ler e escrever.

Renata Py: A serenidade da escritora Renata Py

É um desafio constante, pois não basta pensar apenas no livro, tem que estudar o mercado, saber de marketing, e trabalhar para ser notado.

R.Tavares: As inspirações do autor Rodrigo Tavares

É aceitar a insegurança como parte do processo. É tentar aprender a lidar com isso o tempo todo. É botar a cara a tapa, mesmo. E fazer muitos amigos no caminho, porque eu sou uma romântica que acredita sempre no poder da conexão, do diálogo, da troca.

Thais Campolina: A dedicação da escritora Thais Campolina

Eu acho que a principal característica disso de ser uma escritora independente é a certeza de que a gente não ganha a vida com a escrita e a literatura. A gente sempre precisa dar um jeito, seja com um emprego outro, não relacionado, seja com aulas, cursos, palestras, tradução, revisão, o que for. Acho que “funcionar” como escritora independente tem muita relação com assumir isso com tranquilidade, e entender que ser escritora vai ser uma parte do que eu sou (ainda que eu desejasse que isso fosse meu eu inteirinho).

Ao mesmo tempo, é saber que é sempre uma luta, uma busca. Não é fácil. Mas é recompensador formar nosso círculo, aquela coletividade que se ajuda a crescer, que troca, que vai adiante junto. Criar essa rede de apoio entre pares é muito rico e fundamental para não perder a coragem e a leveza.

Thays Pretti:  Os relatos inspiradores de Thays Pretti

É bom por um lado, porque o produto final tem mais a sua própria cara e a maior parte do ganho é sua, o que não acontece quando uma editora o assume. E pode ser entendido como “ruim” porque é preciso ser não apenas um mero escritor; terá que procurar assessoria para as várias etapas do processo, ou aprender a fazê-las: diagramação, arte, registro, colocação em marketplaces, divulgação…

Zé Elias: As conexões do escritor e facilitador Ze Elias

Curtiu? Não esquece de ler as entrevistas completas dos escritores cujas respostas mais te chamaram atenção e, claro, buscar os livros e ebooks deles dando aquela força para a escrita independente. 😉

Eu preciso de uma editora?

Hoje em dia todo mundo pode se autopublicar, com ferramentas digitais, no entanto, muitos escritores ainda acham que precisam de uma editora e o mercado tem algumas ciladas para quem coloca ter o livro impresso acima de qualquer coisa.

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Editora tradicional tem vantagens, autor não precisa gerenciar todo o processo e fica mais livre para escrever e fazer seu marketing pessoal, mas não é fácil entrar em uma editora tradicional. E a qualidade do seu texto, por si só, não vai ser o suficiente para garantir que uma delas se interesse pelo seu livro. É preciso ter potencial de vendas.

Por outro lado, preste atenção nas editoras pagas, as prestadoras de serviço. Muitas delas fazem serviço expresso e a preços bem altos. Por um lado, vale a pena você ter alguém que gerencie o processo de produção do livro físico, mas não aceite contratos com preços absurdos. Existem editoras que fazem tiragens pequenas a preços razoáveis. Ou contrate diagramador e capista e vá direto na gráfica.

O que você deve pensar na hora de optar por uma editora dessas é qual o seu objetivo em imprimir o livro? Você pode sim contratar uma editora prestadora de serviço para ter o seu primeiro livro impressa já pensando em se destacar e conseguir chamar atenção de editoras tradicionais, mas precisa ter em mente que vai ter muito trabalho envolvido, inclusive contratando profissionais por fora para te ajudarem com leitura crítica e revisão.

Por último, quando for avaliar um contrato com editoras pagas desconfie de promessas boas de mais para serem verdade, elas geralmente são.

Vale a pena fazer post patrocinado?

Uma dúvida que os autores tem é se vale a pena fazer post patrocinado no facebook e no instagram.
Sempre que me perguntam se vale a pena fazer uma ação de marketing eu pergunto: qual é o objetivo da ação? Para poder mensurar o resultado você precisa ter um objetivo em mente.

Veja o vídeo em que eu falo mais sobre isso ou leia o resumão abaixo.

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Resumão:

Existem posts e posts e as vezes vale a pena sim fazer o impulsionamento de algum post específico, mas sempre tendo um objetivo em mente.

Alguns posts que eu recomendo que você pense em impulsionar:

Resenhas de canais tradicionais, escritores ou booktuber conhecidos: essas resenhas agregam a sua marca, pois elas servem como prova social, ou seja, mostram outras pessoas falando bem do seu livro. Resenhas positivas são um argumento de vendas importante.

Posts de Lançamento do Livro e outros eventos: esse tem um objetivo bem claro, trazer mais pessoas para o seu lançamento. E vale para lives de lançamento também. O objetivo, nesse caso é trazer mais gente para os eu evento, ainda que seja online.

Campanha de Leads: oferecer um trecho do seu livro em troca do e-mail das pessoas. Esse tipo de campanha é muito legal porque a pessoa ganha uma amostra do seu trabalho e você fica com o e-mail dela para ter outra chance de conquistar um novo leitor.

O que não vale a pena fazer?

Patrocinar posts para aumentar a audiência ou para conseguir mais likes em um determinado post. Esse tipo de impulsionamento traz muitos perfis que não estão de fato interessados no que você tem a oferecer. Não trazem um resultado concreto.

Pense bem nos objetivos de patrocinar o seu post antes de colocar dinheiro nas plataformas. Mesmo que a entrega das plataformas seja baixa, você deve analisar se vale a pena colocar dinheiro. E ter em mente que investir em qualquer post pode gerar uma necessidade de colocar cada vez mais dinheiro para ter seus posts vistos. Pense estratégicamente sobre os anúncios nas redes para ter o melhor retorno sobre o dinheiro investido. Incentive os seus leitores a engajarem e compartilharem seus posts para que eles te ajudem a chegar a mais pessoas de maneira orgânica.

Tem um post aqui falando mais sobre isso e sobre outros tipos de anúncios que não valem a pena.

Quer saber ainda mais? Comenta ai para eu saber quais as dúvidas que vocês tem sobre anúncios.

Criando conteúdo para as Redes Sociais

Eu sei que produção de conteúdo gera muitas dúvidas para vocês, mas na verdade é mais fácil do que você imagina. Afinal de contas seu principal conteúdo são os seus livros e os seus textos. Vamos falar um pouco sobre como se planejar para produzir conteúdo sem que isso se torne um fardo?
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Gerenciar seu próprio perfil de escritor pensando em si mesmo como uma marca pode ser confuso para quem está acostumado a usar as redes sociais apenas para interagir com os amigos, mas você pode sim fazer as duas coisas.

A primeira coisa que você precisa é se planejar!

Você precisa saber os tipos de conteúdos que você vai postar e os assuntos que você vai abordar no seu perfil para que produzir o conteúdo não seja difícil. Dá para agendar uma semana de posts em apenas uma hora se você já sabe o que precisa fazer e vai “coletando” ou criando conteúdos ao longo da semana.

Faça um plano de conteúdo para você saber: quantas vezes na semana você vai postar, quais assuntos e que formatos de conteúdo você vai postar.

Sobre os assuntos que você vai postar no seu perfil:

Você pode sim incluir coisas da sua vida no planejamento. Por exemplo, tem bichos ou muitas plantas? Esse é um tipo de foto que fica legal no feed as vezes. Nem tudo precisa ser livros e escrita, afinal, as pessoas estão seguindo o seu perfil e não o perfil de um livro específico. Você também pode incluir posts sobre hobies e coisas que te interessam e remetem aos assuntos dos seus livros.

Como se trata de um perfil de escritor, é sempre interessante mostrar o que você está lendo, principalmente outros livros de autores contemporâneos é muito legal e acaba te ajudando a criar uma rede de escritores.

Sobre a frequência:

É melhor postar 3x por semana do que tentar postar todos os dias, se desmotivar e deixar as suas redes esquecidas. Portanto, tenha em mente o quanto você consegue produzir de conteúdo. Você pode começar com um plano mais modesto, 2x por semana ou 3 e conforme estiver adaptado, aumentar. Assim você não queima na largada e consegue se manter no seu plano.

Sobre a postagem e agendamento:

Tendo o conteúdo em mente, você consegue tirar uma hora da sua semana para agendar as imagens e os textos e deixar suas redes sempre alimentadas. Assim o trabalho não fica tão pesado. E você pode agendar os posts para aqueles horários em que eles seram mais vistos. Isso também ajuda a manter a motivação. Eu sempre falo de dois serviços bem legais que você pode usar o later.com e o mlabs. O primeiro tem um plano gratuito, com limite bem razoável de posts por mês e o segundo tem um plano que custa R$5,90 mensais (o valor de um ebook) e muitas funcionalidades.

E ai, está pronto para fazer o seu plano de conteúdo?

Quer ajuda para fazer um plano de conteúdo do seu jeito, que considere as particularidades da sua marca pessoal? Montei um modelo de plano que você pode usar como guia. No final ainda listei alguns aplicativos que podem te ajudar nessa tarefa.

 

 

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Como crescer no Instagram?

O que postar no seu Instagram
Uma das questões que a gente mais ouve é: como eu faço para crescer nas redes sociais?

No vídeo abaixo eu falo um pouco sobre o que a gente deve priorizar quando se trata de redes sociais e como pensar em crescimento da maneira correta.

Abaixo do vídeo tem o resumão em texto.

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Uma das questões que a gente mais ouve é: como eu faço para crescer nas redes sociais. Bem, primeiro vamos entender uma coisa, crescimento não é tudo. Por mais que ter aqueles 10mil seguidores no insta te ajude a compartilhar links e etc, não adianta aumentar o número de seguidores se você não consegue manter um bom engajamento.

Isso é, não adianta ter 10 mil seguidores se eles não estão prestando atenção em você.

Por isso que a gente não indica métodos de automação. Existem muitos softwares que curtem e seguem automaticamente pessoas segmentadas para que você ganhe seguidores de volta. Além de irem contra as regras do instagram, já que simulam comportamento humano, esses softwares não garantem o que mais importa, que seu conteúdo chegue em quem realmente quer ver.

As redes sociais são sobre interação, criação de comunidade e nenhum software pode fazer isso por você.

Dito isso, as coisas que funcionam para você conseguir chegar a mais pessoas são: conteúdo de qualidade, frequência e interação. Você precisa separar um tempo para responder, interagir, ver o que as pessoas estão postando, comentar e etc. Intereja com os seus leitores, eles são seus melhores companheiros na jornada da escrita.

Criando conteúdo

Sei que para muitos, a criação de conteúdo para as redes sociais é outra dúvida. Pretendo abordar isso em outro video em breve, mas separei alguns textos aqui do blog da Escritor Publicado em que abordamos o tema.

Primeiro e mais importante, saiba que o seu livro pode (e deve) virar muito conteúdo, como eu falo no post 101 formas de divulgar seu livro.

Antes de sair criando conteúdo, é importante pensar em uma estratégia, para saber como, leia esse texto aqui e  o texto Criando estratégias de marketing de conteúdo, que aborda a regra 80/20, o uso excessivo de publicidade e o foco no leitor.

Tendo as suas estratégias em mente, aproveite para ler: Criando conteúdo a partir dos seus livros, em que eu falo mais especificamente das redes e de alguns tipos de conteúdos que funcionam bem para elas.

 

Escritor precisa de logo?

Eu gostei dessa pergunta porque acho que a maioria dos escritores tem muitas dúvidas em relação a marca pessoal. Se perguntam se precisam ter tudo que uma marca tradicional tem. Vamos falar um pouco sobre marca pessoal?
Abaixo do vídeo tem o resumo em texto.

 

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Eu gostei dessa pergunta porque acho que a maioria dos escritores tem muitas dúvidas em relação a marca pessoal. Eu preciso fazer tudo que uma marca tradicional faz?

A resposta é não.

A verdade é que tudo o que você faz vai gerando uma imagem de você para os outros. O que você escreve, o que publica nas redes sociais, as coisas que você fala (ou não fala), tudo isso vai construindo a sua marca na cabeça do seu leitor. Então mesmo que você não tenha um logo, você pode ter uma marca forte.

O mais importante então é você pensar na sua comunicação como um todo. Como você usa as redes sociais? Elas estão contribuindo para a sua marca? Você usa com frequência os mesmos elementos de comunicação?

Pense no que você quer causar nos eu leitor com as suas postagens, os seus livros, a sua comunicação.

E se depois de tudo isso, ainda quiser um logo. Bem, contrate um designer e tenha em mente o que a sua marca quer passar. Você pode usar logo como carimbo para os autorgrafos e envios do seu livro, como assinatura de e-mail, para o seu site e materias promocionais de todo o tipo.

Vale a pena pagar para se divulgar?

Vale a pena pagar para se divulgar?

Divulgação paga causa muitas dúvidas. No vídeo eu tento desmistificar isso falando sobre os principais tipos de divulgação paga e o que você deve levar em conta antes de decidir se deve ou não investir.

Abaixo do vídeo o resumão em texto.

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Vale a pena pagar para se divulgar?

Resumão:

Existem diferentes formas de pagar por divulgação. Você pode pagar por:

Assessoria de Imprensa – que vai escrever releases, contatar jornalistas em diferentes canais e tentar conseguir espaços na mídia tradicional para você e seu livro.

Assessoria de Comunicação – que vai planejar a sua comunicação a partir das suas próprias redes. Utilizando seu site, contatos, redes sociais e planejando suas campanhas de divulgação.

Anúncios online – fazendo campanhas de anúncios na redes sociais, no google ou na própria amazon, para alcançar novos públicos e fazer novas vendas.

>> Anúncios: os tipos de anúncios que você não deve fazer no facebook

Booktubers, igtubers e resenhas – contratar influenciadores que falem sobre livros e literatura para ler e fazer resenha dos seus livros.

>> Booktubers, quem são e porque você deve saber disso

Claro, você também pode combinar 2 ou mais dessas estratégias.

O que você deve levar em conta antes de decidir se vale a pena investir para ser divulgado e em qual (ou quais desses canais) é:

Seu objetivo com a divulgação – diferentes objetivos significam medidas diferentes. Claro que a longo prazo o que todo escritor quer é ter mais leitores e vender mais livros, mas de imediato o que é mais importante para você? Assessoria de Imprensa e Booktubers, por exemplo, são bons investimentos para quem quer sair da bolha dos escritores independentes e chegar a públicos maiores, ou ainda vencer as barreiras regionais. Se o retorno financeiro rápido for o seu maior objetivo, você deve pensar em anúncios online, que te permitem um controle maior do orçamentos e trazem resultado mais palpável. Google ads é uma estratégia é muito válida para livros de não ficção.

>> Tudo que você precisa saber sobre divulgação

Qual o investimento que você pode (ou quer) fazer – os custos variam e devem ser levados em conta. Não conte que os investimentos em ações de longo prazo como assessoria de imprensa e resenhas retorne rapidamente. Esse tipo de ação pode levar um bom tempo para se pagar.

O seu público – mais do que o perfil socioeconômico, você precisa saber o que eo seu público consome, que redes sociais ele usa, quais são os meios que ele usa para se informar? Seu público é jovem e usa principalmente redes sociais? Bem, então invista em uma assessoria de marketing digital e anúncios online, não em uma assessoria de imprensa, por exemplo. Ter o seu público bem definido é super importante para definir as suas ações de comunicação.

>>Baixe esse ebook para conhecer melhor os seus públicos

 

Por que participar de coletâneas?

Uma das formas de ficar conhecido por mais leitores é participar de coletâneas. Livros de contos e crônicas que reúnem vários escritores tem uma grande vantagem: elas te ajudam a chegar a muito mais leitores. Pensa bem, se cada um dos 20 autores de um livro, vender para 20 pessoas, seus contos podem chegar até 400 pessoas sem um esforço tão grande da sua parte.

As coletâneas temáticas tem outra vantagem, elas já pré-selecionam o público pelo seu gosto literário. Por exemplo, uma coletânea de terror vai atrair gente que já tem interesse no assunto. Se é isso que você costuma escrever, bem, já vai ter uma chance de cativar mais alguns leitores.

Outra vantagem é que você vai aumentar o seu número de livros publicados e isso conta muito para quem pensa na carreira de escritor em termos acadêmicos também. Fazer parte de algumas coletâneas podem te colocar a frente de oficinas ministradas em universidades, bem como de cursos de pós graduação nesta área.

Quais as melhores coletâneas?

Existem muitas editoras fazendo coletâneas por ai, portanto há de se pensar em que tipo de livro e qual tipo de investimento você está interessado em fazer.

Coletâneas de Editoras

Não recomendo aquelas coletâneas que tem como principal objetivo fazer dinheiro para a editora. Tem muito disso por ai, você é convidado a participar, mas tem que comprar um número alto de livros e a editora não faz nem uma boa seleção ou revisão dos textos.

Isso é um modelo de negócios de editora, mas não tem vantagens reais para o escritor.

Se você for investir, busque editoras sérias que abrem editais para contos vez e outra e vão fazer para você o trabalho de edição bem feito. Ainda que algumas tenham uma cota de livros para o autor vender, o importante é saber se a seleção, revisão e edição serão bem feitas.

Concursos

Existem muitos concursos renomados dos quais você pode fazer parte e inclusive concorrer a prêmios em dinheiro. Um exemplo é a coletânea offlip, um selo da feira literária de Paraty que premia em dinheiro os primeiros colocados. Os livros foram digitais até a edição passada e tem um valor (bem salgadinho) de inscrição, mas vale pelo prestígio. Os avaliadores são renomados no meio e é um prêmio que fica bonito na sua bibliografia.

Sites e revistas online

O melhor, caso você não queira ou não possa investir é buscar coletâneas das quais você possa participar sem ter que fazer um investimento e, preferencialmente que tenham registro como isbn (as coletâneas digitais muitas vezes não tem).

Quer participar de coletâneas?

E por que eu estou falando desse assunto hoje? Porque aqui na Escritor Publicado a gente sempre viu a coletânea como uma oportunidade de divulgação que muitos escritores não sabem usar, por medo de cair em cilada de editora caça-níqueis, ou por não ter grana para investir em algum projeto de renome. E tendo isso em mente criamos nosso próprio projeto.

Uma revista de contos, que vai selecionar trimestralmente contos temáticos para publicação, sem qualquer custo para o escritor. O melhor, nós vamos fazer uma seleção e edição sérias. Sim, incluímos revisor e editor no processo porque acreditamos que só assim dá para fazer literatura de qualidade e trazer um público cada vez maior para a literatura contemporânea brasileira.

Abrimos a seleção para a primeira edição: o tema é verão e os contos não precisam ser inéditos. Veja o regulamento completo para participar no link: http://escritorpublicado.com.br/revista-de-contos/

Os 3 maiores erros dos escritores

Você se dedica. Escreve um bom livro, revisa, revisa de novo. Paga diagramação, capa, as vezes até investe em publicação com editora paga. Você coloca todo o seu empenho e uma boa grana na produção do seu primeiro livro, o bestseller que vai fazer você ficar conhecido no país inteiro e ai… nada!

Os amigos mais próximos vão ao lançamento, compram, depois disso as coisas amornam e 3 semanas depois você percebe que tem muitas caixas de livros e não sabe o que fazer. “Onde eu errei?” você se pergunta.

Espero que você tenha chegado até este artigo antes de passar por isso e que leia até o fim para poder evitar essa situação, porque existem 3 erros básicos que fazem escritores promissores se tornarem donos de caixas e mais caixas de livros encalhados e hoje nós vamos falar deles para que você possa evitá-los.

Erro #3 Não investir em Marketing

O escritor se dedica bastante e investe no seu livro, mas quando  chega na hora de divulgar,  não faz nada, ou faz muito pouco.

Esse é o maior erro dos escritores, porque não adianta você escrever o melhor livro do mundo se ninguém ficar sabendo: que ele existe, onde pode encontrá-lo, que é um livro pelo qual o leitor vai se interessar pelos motivos x e y. A maior objeção dos escritores quando se trata de marketing é o dinheiro: “Ah, mas eu já gastei muito com o livro, não posso gastar com marketing”.

Esse pensamento está errado. Marketing é investimento, não é gasto! O seu livro só vai vender se você fizer este esforço para que as pessoas saibam que ele existe e se interessem por ele e saibam onde e como comprar. O que se investe em marketing volta para você através das vendas.

[bctt tweet=”O que se investe em marketing volta para você através das vendas.” username=”@EPublicado”]

7 motivos para você investir em Marketing Digital

Erro #2 Achar que precisa de um grande orçamento para fazer marketing

O Escritor até quer investir em marketing e entende a importância da divulgação, mas acha que precisa de orçamentos astronômicos e que só a editora pode fazer isso por ele.

Você não precisa de muito dinheiro para começar a sua divulgação. Sim, você pode começar a fazer esse trabalho sozinho, vender alguns livros e ai começar a investir mais em marketing. Ferramentas online não faltam. Está aqui o blog da Escritor Publicado cheio de ideias e conteúdos gratuitos para você começar a sua divulgação.

Além disso você pode buscar parcerias com blogueiros, youtubers, outros autores, tudo para aumentar a sua exposição, gastando o mínimo.

Lancei meu livro e agora? 5 primeiras ações a serem feitas!

Erro #1 Não falar do livro

O Escritor se dedica e até posta uma ou outra coisa na internet sobre o livro, mas não fala sobre o que é, não fala sobre os personagens, não dá para o leitor nenhum motivo para se interessar pelo livro.

Eu tenho a impressão que alguns ficam com vergonha de contar sobre os seus livros. Tem uns que até falam a data de lançamento, mas não contam nada, nadinha além disso.

Como as pessoas vão se interessar pela história se não sabem nada sobre ela?

A primeira coisa que você deve fazer, se quiser que seu livro venda, é falar dele. Do que trata a história? Quem são os protagonistas? O que eles querem e quais as dificuldades que eles vão enfrentar?

Dê motivos para que os leitores em potencial se interessem pelo seu livro. Esse é o principal erro, afinal se nem você parece ter vontade de falar sobre o livro, por que os outros vão querer ler?


E você, escritor, já cometeu algum destes erros? Comente abaixo.

E se achou este post útil, compartilhe nas redes sociais para ele chegar a mais escritores.

Os 5 aplicativos de 2018 que todo escritor precisa para 2019!

Escritor, 2018 está acabando. Ponto. E enquanto aproveitamos os últimos dias de 2018 (nem imagino que estou escrevendo essa frase), também temos que nos preparar para 2019. Pois ele vem aí com tudo. Sim, ele vem com crise no mercado editorial, com mil e uma mudanças na economia mas também com muito escritor publicando livros in-crí-veis. Pensa comigo, tem muito livro bom sendo revisado nessa momento, indo pra gráfica essa semana, tendo sua divulgação planejada… 2019 vem aí com tudo e cabe a você aproveitar e vender muito! E por isso separei 5 aplicativos e ferramentas que se destacaram em 2018 e que você tem que terminar o ano ano menos já sabendo usar (se é que já não usa).

Então separa um tempinho aí, e vem se ligar nessa lista. E se curtir, não esquece de compartilhar com os amigos escritores!

 

Instagram Story e IG TV

A gente pode reclamar o quisermos do Mark Zuckerberg e cia. Mas que o Instagram Stories e o IG TV ajudaram muitos escritores a se conectar melhor com o público e a vender mais, ai isso não podemos negar. E por isso os dois estão nesse item juntos. Se você não sabe ainda usar essas ferramentas do Instagram, corre! Você tem um pouco mais de 10 dias para saber usar todas as funcionalidades. A sua conexão com o seu público passa muito por essas ferramentas.

 

Buffer

Eu escrevo tanto sobre o Buffer nesse blog que vale ressaltar que não estou sendo paga pela empresa, okay? Mas a verdade é que é uma ferramenta muito útil para todos os escritores. Afinal, permite que você planeje, organize e publique os seus posts nas redes sociais. Tem versão paga e gratuita, ou seja: só escolher qual plano você se encaixa e começar a usar.

CutStory

Já que Stories e IG TV são essenciais, claramente  um app que permite editar eles também estaria nessa lista. Afinal, se dá pra editar, adicionar cor, dividir vídeo porque não? E essa é a proposta do CutStory. Um aplicativo simples de usar, relativamente leve de manter no celular e com opções interessantes de design.

Preview App

 

Estamos em 2018, quase 2019 e sim, o seu feed ainda é importante. E aí que entra o Preview App. Com ele você pode planejar, editar, organizar, separar hashtags, planejar legendas e ainda por cima até publicar no Instagram. Simples né? Se você já é um escritor em nível médio vale muito a pena.

 

AppForType

 

Em um ano em que se viu muita personalização, escritores focando no seu branding, as famílias tipográficas marcaram muito as redes. Só prestar um pouco de atenção. E por isso esse app que permite que você edite e escreva nas suas próprias fotos. Mais um para aqueles escritores que estão já um pouco avançados na carreira.

 

E aí, curtiram os aplicativos? Quais deveriam estar aqui? Me conta!

15 Livros para dar de presente no Natal!

Dezembro, a sexta-feira do ano. O mês que ironicamente começa com despedidas e termina com recomeços. Justamente nesse mês temos o Natal. E independente de como, e se, você comemora é sempre bom ter uma “carta na manga” na hora de escolher um bom presente. Seja para aquele conhecido, amigo, familiar ou até mesmo para si mesmo.

Quem nos acompanha há algum tempo sabe que adoramos presentear livros. Sempre! Desde 2016 já foram muitas listas, entre elas:  25 livros para dar de presente no Natal12 livros para dar de presente para os Namoradxs 5 livros para dar de presente para namoradxs8 livros incríveis escritos por mulheres!

E agora, cada vez mais, temos a necessidade de lembrar: dê livros, valorize os escritores que você curte. Faz bem para o escritor, pra economia e pra nossa cultura.

Vamos à lista!

Ei! Só para deixar claro, os links da lista são afiliados. Ou seja, a Escritor Publicado recebe comissão da venda pelo link. Mas independente de onde você comprar, dê livros nesse Natal!

Tudo nela brilha e queima

Autora: Ryane Leão.

1 motivo para dar de Natal: Sabe quando um livro te nocauteia, no melhor sentido? Esse é “Tudo nela brilha e queima”. Li em uma noite, ri, chorei, amei. E agora recomendo.

Má Feminista. Ensaios Provocativos de Uma Ativista Desastrosa

 

Autora: Roxane Gay.

1 motivo para dar de Natal:  Feminismo, mulheres fortes e independentes. E ah, aprendizado.

Maria Bonita: Sexo, violência e mulheres no cangaço

Autora: Adriana Negreiros

1 motivo para dar de Natal: Já imaginou conhecer a história real da Maria Bonita? Ícone da história brasileira? Essa é a sua chance.

Coração-Granada

Autor: João Doederlein.

1 motivo para dar de Natal: Mais um livro do poeta  brasileiro que pega a gente, destrói e reconstrói em questão de páginas. #leianacionais

O menino que comeu uma biblioteca

Autora: Leticia Wierzchowski

1 motivo para dar de Natal: A mesma autora de “Casa das 7 mulheres” traz mais uma história incrível. #leiamulheres

As viúvas

 

Autora: Lynda La Plante

1 motivo para dar de Natal: Livro que inspirou o filme homônimo, que conta com a Viola Davis! Um suspense policial que te deixa aflito com cada virar de página.

That’s What She Said: Wise Words from Influential Women

Autora: Kimothy Joy

1 motivo para dar de Natal: Mulheres incríveis do mundo, em aquarela, contando a história como ela deve ser contada: por elas mesmas.

Fique Comigo

Autora: Ayobami Adebayo

1 motivo para dar de Natal: Finalista do Baileys Women’s Prize for Fiction com um romance que faz refletir sobre tudo <3 #girlpower

O ódio que você semeia

Autora: Angie Thomas

1 motivo para dar de Natal: Livro é um young adult mega incrível sobre raça, gênero e preconceito.

Pequenos incêndios por toda parte

Autora: Celeste Ng

1 motivo para dar de Natal: Um livro que fala sobre segredos e como nem sempre seguir as regras é a garantia de que tudo vai dar certo..

O mito da beleza: Como as imagens de beleza são usadas contra as mulheres

Autora: Naomi Wolf

1 motivo para dar de Natal: O título já diz tudo! Mas sim, aquela empoderada básica para a pessoa amada (ou si mesmo) sempre faz bem!

O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras 

Autora: Bell Hooks

1 motivo para dar de presente: Mais um livro mega necessário e que já é leitura de cabeceira de muitxs!

In Conclusion, Don’t Worry About It

Autora: Lauren Graham

1 motivo para dar de presente: Um discurso mega inspirador que virou livro. Basicamente um livro só de concelhos que servem para todos. Escrito pela eterna Lorelai Gilmore.

Eu Sei por que o Pássaro Canta na Gaiola

 

Autora: Maya Angelou

1 motivo para dar de presente: Mais um livro obrigatório, de cabeceira, de praia, piscina, de tudo! Pra vida. Uma história linda que fala de abuso, raça e libertação.

Trecos, troços e coisas: Estudos antropológicos sobre a cultura material

Autor: Daniel Miller

1 motivo para dar de presente: Quer livro mais propício do que para essa época do ano? Então…