Plágio literário: Parece que está na moda…

Guia da Escritora Independente

Infelizmente eu tenho visto bem mais que eu gostaria situações de autores plagiados pelas plataformas digitais. Sim…  é feio, muito feio isso, e pior mostra a falta de respeito da nossa sociedade com o privado. Fora outras características (ou falta delas) que o plagiador tem que prefiro nem mencionar para não causar polêmica.

O que acontece é que com essa onda de plágios, PDF’s, “inspirações literárias”, cada vez mais os autores se perguntam como pode se defender. É fato que a lei no Brasil sobre o direito autoral não é rígida e deixa margem para muitas interpretações que variam de juiz para juiz. Quando eu era pequena ouvia muito minha tia falar que barriga de mulher, resultado de futebol e sentença de juiz não tem como se prever. Hoje a barriga de mulher a gente descobre rapidinho. O resultado do futebol chegamos perto dependendo de como o time anda, mas a sentença do juiz continua um mistério da humanidade.

Mas enfim, voltando ao que interessa…

A única forma de não sermos plagiados hoje em dia é não publicar. E como somos escritores e o objetivo final é a publicação, isso fica fora de questão. Resguardar os direitos autorais é responsabilidade do autor. Por isso o registro na Biblioteca Nacional é fundamental.  (Tem um passo a passo de como fazer aqui!).  Isso não vai impedir que você seja plagiado, mas agilizará o processo pois a prova é irrefutável.

Ok, mas eu fui plagiado pelo meu beta. E aí? Bom, nesse caso, eu espero que você tenha enviado seu original por email. Assim o email serve de prova que você foi quem passou o material para ele.

A maior questão para mim nem é o plágio.

Ele é dor de cabeça, processo demorado, mas você terá como provar a autoria. O problema é a tal inspiração literária. “Eu não plagiei, eu me inspirei”. E ai, você vai olhar a cena e tirando os nomes dos personagens e a troca de alguns verbos o texto é o seu. Mas o plagiador jura que não… foi só inspirado.

Essa linha tênue é a mais preocupante. Veja bem, isso nada tem a ver com fanfics, que são histórias novas para personagens ou enredos já existentes. Estamos falando mesmo de alguém ler o seu livro e escrever uma história ou cena igual aquela que você sofreu pra colocar no papel.

Não tem como impedir que isso aconteça e muitas vezes nem sabemos que aconteceu. E o que da para fazer? Não da. Não tem. E lamento dizer, alguns juízes aceitam sim a ideia de inspiração.

O que está na hora de acontecer é: Criarmos a consciência da importância da união dos escritores para forçar leis mais rígidas e fiscalização que nos respalde e uma campanha sobre plágio. Assim como já houve sobre a pirataria.  Acabar com isso não conseguiremos, mas coibiremos bastante. Porque o leitor esclarecido, quando perceber esse plágio disfarçado de inspiração ajudará os autores a denunciar.

Provavelmente você terminou de ler esse artigo, do mesmo jeito que eu terminei de escrever.

Triste. Triste porque as pessoas tem essa mania de se aproveitar das outras e porque nossas leis não nos protegem. Mas anime-se! Lembre-se que o motivo maior é o seu leitor e que por um sorriso sempre vale a pena correr um risco!

 

Sou independente e faço o que na Bienal?

Guia da Escritora Independente

Alguns coleguinhas tem me perguntado o que fazer na Bienal do Livro sendo independente. Minha resposta é sempre a mesma: network!

Mas logo em seguida eu penso num milhão de coisas que não se deve fazer…

Porque quando a gente fala em network, estamos falando em fazer contatos. Com editores, leitores, público, profissionais da área e outros colegas. O problema é que tem gente que esquece que fazer contato não é encher o saco, não é vender a qualquer custo se livro e nem enfiar um original embaixo do braço daquele editor que você admira (pelo menos convida ele para tomar uma cerveja antes, né?!). Ok! Foi uma piada! Não convide o editor para tomar uma cerveja e depois enfie o original embaixo, beleza? Isso não se deve fazer, só para ficar bem claro.

Então o que eu faço e como faço? Primeiro organize uma programação da feira. Não só os eventos oficiais que você considera importante, mas os eventos não oficiais, principalmente!

Sabe aqueles grupos de leitores, escritores que você participa no face? A grande maioria desses grupos irá organizar eventos! Assim como os seus blogueiros e influenciadores digitais preferidos. Fique atento e participe desses eventos.

Mas como vão saber que eu sou escritor?

Ué?! Você não tem boca? Conte para as pessoas, se tiver marcadores do seus livros distribua, se houver a possibilidade realize sorteios de exemplares, de brindes…  

Outra coisa importante é não abordar os leitores de forma desesperada. Se você está vendendo seu livro em algum estande, ou até mesmo no boca a boca, bata um papo informal, descubra o que o leitor procura, veja se sua obra se encaixa nos gostos dele e apresente. Depois deixe o leitor em paz. Ninguém vai comprar seu livro se você for um vendedor chato.

Outra coisa importante é não obrigar as pessoas a aceitarem seu material!

Se a pessoa não quiser receber os seus marcadores, ok! Ela tem esse direito. Não seja aquele “panfleterio” chato que quando você abre a janela do carro enfia 10 exemplares do folder de uma vez só no seu colo. Seus marcadores devem ter algum valor para você… Não é uma competição de quem distribui mais rápido.

Se você for conversar com editores, pesquise antes sobre as linhas editoriais, sobre seus últimos trabalhos. Tenha assuntos em comum, antes de tentar enfiar sua ideia na cabeça dele. Seja cordial, educado. Você não precisa fingir que quer ser amigo da criatura, apenas lembre-se que assim como você, milhares de outros escritores vão abordá-lo. E no final se destacam as pessoas que são capazes de conversar mais que “Oi, eu sou escritor, tenho um original e quero que você leia”.

Podem parecer dicas bobas, mas é fato! E não esquece de atualizar suas redes sociais durante o evento, de marcar aquele autor que você admira e conseguiu uma selfie, de mostrar os livros de outros colegas também. Ah! E Bienal não é desfile de modas! São 3 pavilhões e se você não estiver confortável,  você não aguenta nem meio dia nessa maratona!

Beijos e nos vemos na Bienal!


Como chamar atenção do seu público no Facebook

Se você chegou aqui é porque utiliza o Facebook. Talvez já até saiba que ele é super importante para a sua plataforma de autor e quer chamar atenção do seu público mas não sabe como.

Pode estar se perguntando “O que os outros fazem que eu não faço?” ou ainda “Só comigo que é assim?”. Calma aí escritor. Pode não haver fórmula mágica, mas há um leve sentido para as coisas.

Tudo é questão de pensar no seu leitor

Sim. Leitor mesmo. Já falamos que o seu texto é um produto é bom, como todo deve ser consumido. A questão é encontrar o público certo. Esse é justamente o primeiro passo, pensar em qual é o tipo de pessoa que poderia ler o seu texto. E do que eles gostam.

Pensando no que o leitor gosta, consegue se ter uma ideia melhor de o que ele pode gostar de ver como conteúdo na rede. Pode não ser uma ciência exata, mas ajuda muito. Uma vez que, já vai se saber o que ele não gosta, o que é rejeitado por parte dele.

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Não pense como autor, pense como um leitor

Pense nas pessoas que podem vir a ler o seu texto. Do que elas gostam?, quais tipos de eventos participam? Quais livros moram na cabeceira delas? Quais não saem das listas de desejos e quais são ignorados nas prateleiras da lojas?

A questão é pensar como leitor para ver como você pode chamar a atenção de tal público. E a partir disso, “embalar” seu conteúdo para tal.

Chamar atenção é questão de conhecer o seu público

Entende? Conhecer o seu público para que ele consuma o que você produz. Se você é um autor de mistérios pergunte-se sobre o que o seu público tem interesse, quais notícias/matérias, quizzes, qual formato de conteúdo agrada mais que você quer que conheça seu texto. E assim com todos os demais tipos de gêneros literários. Tudo questão de pesquisa e adaptação.

Algo que parece difícil mas que não precisa ser. Basta colocar no papel alguns pontos e a partir daí decidir qual conteúdo você irá criar no Facebook para chamar atenção do público certo.

Exemplo: Escritor de chick lit

  1. Qual a faixa etária que leria meu texto?
  2. Quem lê meu texto gosta também da escritora a), b) e c)? Ou só da a) e da b)?
  3. O público que leria meu livro gostaria de ver quizzes de qual livro combina com o filme? Ou de filme cult que se deve assistir? Ou nenhum desses quizzes? (por exemplo)
  4. A lista de desejo do meu leitor inclui o livro a), b), c), d)? Ou só a)? Ou então o i)? (coloque os livros que você imagina que façam sentido)
  5. Meu público gosta de conteúdo chamativo? Mais discreto? Ou meio termo?

Você pode seguir com essas perguntas, várias podem e devem ser feitas

A questão é identificar do que o público gosta para que ele acabe por ser afeito a sua página, gerando clicks, engajamento e futuramente vendas. Pesquise sobre o que seu público goste, do que ele não gosta, do que valoriza ou não. Essa parte da pesquisa em si é essencial para se ter sucesso no Facebook e em demais plataformas.

Pode não existir fórmula perfeita, mas existe sim muita análise e pesquisa. Realmente tire um tempo para que se tenha uma ideia do que se vai produzir. Esse tempo é um investimento com retorno garantido a longo prazo. Só lhe beneficia.


Até semana que vem com mais material sobre o Facebook!

Como conseguir leitores

Uma das coisas que mais aterroriza escritores  independentes é o medo se alguém irá ler os seus livros. Não é um nervosismo tipo, “o que vão pensar do que eu escrevi. O lance é mais profundo… É algo tipo “Ninguém vai me ler”.

Pode parecer terrível e quem está começando agora realmente fica se questionando se terá alguém para ler ou como deve fazer para se destacar para conseguir leitores.

Uma coisa é certa: não existe receita pronta e você não vai conquistar um milhão de leitores do dia para a noite.

Esqueça. Já falamos por aqui que o trabalho de divulgação pode ser mais árduo que escrever o livro propriamente.

Uma boa forma, também já falamos por aqui, é fazer parceria com blogueiros. Outra possibilidade é utilizar grupos e redes sociais para divulgar o seu livro. Mas lembre-se da importância de interagir e não apenas usar as redes como depósitos de links.

A medida que você vai conseguindo leitores interaja com eles. Não tem nada mais frustrante para alguém que te lê enviar uma mensagem ou fazer uma postagem indicando o seu livro e você não dar a menor bola. Converse com o leitor, responda a ele, mostre respeito pelo carinho que ele desenvolveu pela sua obra.

A tão famosa e batida propaganda boca a boca ainda é a melhor forma de conquistar novos leitores, mesmo que o boca a boca seja nas redes sociais e que seja digitada ao invés de falada.

Outra coisa importante para começar a encontrar sua base de leitores é descobrir quem é seu público. A tarefa pode parecer complexa, mas é extremamente necessária. Se você não souber quem são, como saber onde encontrá-los?

E para tudo isso precisa paciência.  

Ir aos poucos, comemorando cada conquista, cada avaliação e cada carinho especial que se recebe e sempre retribuindo. Aquela máxima de que gentileza, gera gentileza aqui é mais válida que nunca. Atenção e gratidão, além de uma boa história, geram novos leitores.

Bloqueio criativo ou procrastinação coletiva?

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É comum nos grupos que frequento de autores ouvir o povo reclamando de bloqueio criativo. A maioria fala da mesma coisa: Eu tenho a ideia, mas quando vou colocar ela no papel, não flui. Ou então: eu não consigo nunca terminar as minhas histórias, elas ficam lá paradas porque ou me falta tempo ou me falta criatividade.

PODE PARAR POR AÍ!

Sim, isso foi um grito. Eu sou uma pessoa que não acredita em bloqueio criativo. “Ah, Luísa! Para! É que você nunca sofreu com isso!” Não gente, não é isso! Tenho um livro inacabado desde 2010 que eu sempre prometo que vou voltar a ele e nunca volto. Assim como tenho livros que eu sentei e escrevi em duas semanas.

Bloqueio criativo é o nome bonito que a gente inventou para dizer ao mundo que sofremos de um mal chamado procrastinação que parece palavrão e lembra preguiça.

Por que eu penso isso? Porque eu sei que quando queremos conseguimos fazer a nossa história. Às vezes, podemos dar uma empacadinha porque falta o gancho certo. Levamos alguns dias pensando na melhor forma de costurar as coisas, mas isso não significa que estamos com um bloqueio, é apenas a espera pela ideia perfeita. E isso é bem diferente do tal bloqueio.

O que acontece com a maioria de nós é que procrastinamos mesmo. Ficamos esperando pelo momento perfeito, aquele da casa em silêncio, da temperatura agradável, do tempo disponível, da vista para o campo e da xícara de café perfeita. Bolamos a história em nossa cabeça, damos pernas, braços, olhos e coração para ela, tudo na nossa imaginação e na hora de colocar no papel? Na hora de colocar no papel a gente inventa que não tem tempo, que tem muito barulho, que tem aquela série incrível pra terminar ou aquele baita livro para acabar de ler e… adiamos. Adiamos a escrita, porque a ideia está lá, confortável vivendo em sua cabeça. Ela não vai sair dali pra outro lugar. Estamos seguros. Nós e a ideia.

Mas a verdade é que escrever é parar de procrastinar. Parar de inventar desculpas. Parar de dizer que não conseguimos colocar a ideia no papel.  A gente fala de bloqueio literário como se fosse uma coisa linda sofrer dele. Mas ele é só a desculpa que você criou para continuar procrastinando.

Ok, então fazemos o que?

Fazemos o óbvio, escrevemos. Paramos de nos prender a todos os fatores externos e colocamos metas, prazos e recompensas em nossas vidas para escrevermos. Eu, por exemplo, tirando a semana da TPM que não da pra conviver comigo mesma, só me permito ver a minha série favorita quando eu cumpro a minha meta de escrita. Se é um livro só quando eu terminar de escrevê-lo.  Funciona? Claro que sim. Eu sou um ser humano fanático por séries e saber que ao terminar de escrever aquele trabalho eu poderei ver toda a minha série em maratona é o melhor presente que posso me dar.

Eu também organizo minha agenda com essas metas. Se eu estou escrevendo um novo romance, me organizo para escrevê-lo em x tempo. Para isso preciso dedicar, todo o dia, um número x de horas para cumprir a meta.  E assim por diante. No seu outro trabalho você não tem prazos, horários e metas a cumprir? Porque então com a sua escrita deveria ser diferente? Além disso, escrever é um hábito, que deve ser colocado na sua rotina, como acordar, escovar os dentes e fazer xixi. Ninguém aperfeiçoa nada sem dedicação.

Então é isso…

Pare de achar bonitinho dizer que tem bloqueio criativo e escreva. Pare de procrastinar, incorpore a escrita em sua rotina, se de prazos, metas e recompensas e principalmente escreva!

E se você não está ainda escrevendo um livro, mas quer se preparar para isso, aconselho a acompanhar o projeto da Escritor Publicado, 365 dias de escrita, que te da sugestões de temas todos os meses, para ter assunto para escrever todos os dias. Lembre-se! Escrever é uma rotina, como outra qualquer na sua vida!

 

Já pensou no o que você quer, escritor?

Oi escritor, tudo bem? Você já pensou no que você quer para a sua carreira? Não?

Sabe, uma das melhores frases que eu já escutei sobre carreira e dúvidas é: “E tá tudo bem”. Bem assim, completamente independente do contexto e da carreira da pessoa. Serve tanto para quem trabalha em ONGs, como para quem almeja concursos, quer ser empreendedor e claro para quem quer ser escritor.

Pudera, o “tudo bem” da frase passa uma calma. Enquanto que o “E tá” passa, pelo menos para mim, uma certa estabilidade.  E tudo que é estável serve como base para algo.

Por isso questiono o que você quer escritor. Pois independente da sua vontade, ela é algo estável, serve como estrutura para as ações.

Você quer ser um escritor com muito bestsellers? E tá tudo bem.
Quer ser um escritor regional? Sim, e tá tudo bem.
Sonha em ser o/a próximo(a) grande poeta do Brasil? E tá tudo bem.

E por aí segue. Você querer ser um escritor, apesar do que as notícias do meio podem levar a acreditar, tá tudo bem.  Eu diria até, que é necessário. Uma vez que todo escritor é um agente da cultura, e que esta possui imenso valor ao ser compartilhada o ato de “ser um escritor” possui cada vez mais relevância.

A questão é saber, o que você quer para a sua carreira de escritor.

Coloque no papel, rabisque, anote no bloco do celular.Se permita o questionamento de “o que você quer”. Claro que há diferentes formas de chegar a uma resposta e que tal pode até ser muitas. Mas o importante é que sejam da sua autoria.

Depois de chegar a alguma conclusão, planeje. Separe aonde você quer chegar e busque o que você precisa fazer para chegar lá. Nós da Escritor Publicado podemos até lhe auxiliar no processo. Mas é necessário definir qual é o objetivo final.


E aí, o que você quer?

Escritor, crie suas próprias oportunidades!

Mês novo, novas oportunidades e projetos. A página do calendário virou e você como está? Segue o mesmo(a)? A essas alturas do ano aquela pausa básica para reavaliar aonde está indo e aonde quer chegar é mais do que necessária. Por isso, gostaria de propor uma reflexão: Quantas vezes você se pegou sentado pensando em porque as coisas não são como você queria?  Ainda mais quando somos escritores.

Claro que nem sempre é assim. Felizmente há casos de pessoas que estão conseguindo realizar seu sonho de ser escritor. Se  você é um deles, ótimo. Só seguir adiante. Lembrando sempre de se manter atento a uma série de temas que abordamos aqui no blog, como branding, planejamento, gerenciamento de redes que tudo vai seguir dando certo. Caso contrário, calma escritor, vai ficar tudo bem. Basta reavaliar e reformular os seus processos e ações.

Independente de qual seja sua situação, já pensou em criar as suas próprias oportunidades?

Recentemente cobrimos uma palestra aqui na Escritor Publicado em que uma escritora (e planejadora financeira e jornalista), Patrícia Lages, falou que escrever um livro é empreender. E cada vez concordo mais, pois não existe essa de “só ser escritor”. Quase todos que conheci até agora tem sempre algo a mais, seja emprego, formação, ideia inovadora ou brilho no olhar diferente dos demais. E isso é que torna a escrita da pessoa tão singular. Quando estudamos grandes escritores percebemos que a maioria passou por algum tipo de situação que o/a fez agir diferente. Que os forçou a ser criativo e pensar fora da caixa além da escrita. Seja criando pseudônimos, publicando em folhetins, estudando muito, a lista de ações segue. Cada um deles criou uma oportunidade para si. Pois entendiam que se não fosse eles a fazerem isso, não teriam a sua escrita conhecida.

A mudança de pensamento, de passar a criar oportunidades ao invés de esperar elas surgirem é algo que todo escritor deveria buscar implementar. Afinal, quem quer ter a escrita conhecida é você, não os outros. Logo, faz sentido buscar ter a própria escrita reconhecida.

Mas como?

Pense em como você pode fazer seus textos e livro atingirem um número maior de leitores. Participe de grupos, de coletivos, blogs. Faça além do básico de manter suas redes atualizadas e compartilhar suas publicações. Já pensou em compartilhar seus textos no Medium? Em buscar publicar em blogs mais consolidados? Ou em criar um grupo no Facebook com outros autores e leitores ou mesmo participar de forma mais ativa de um?

Olhe ao seu redor e veja o quanto de oportunidades existem, basta sair da caixa ou até mesmo virar ela de cabeça para baixo. Se já tentou fazer a), busca b), c), d), e), f) e g)… Tem todo um alfabeto de oportunidades.

Às vezes é necessário um pouco de distância, respirar fundo. Deixe o seu blog e escrita “de férias” por uns dois dias. Se desconecte um pouco e busque aonde você pode empreender, criar. Crie as suas próprias oportunidades. Coloque em uma folha aonde você quer chegar e qual a sua situação atual. A partir disso você vai pensar no que pode fazer de diferente e a mais. Pense em que você pode fazer que ainda não foi feito, peça ideias e dicas dos seus leitores e colegas escritores, afinal são essas as pessoas que possuem maior contato com o seu trabalho.

Crie, inove, busque inspiração, vire suas ideias de cabeça para baixo. Quando tudo estiver fora de eixo volte a reorganizar e a buscar o seu próprio desenvolvimento. Assim, você estará criando as suas próprias oportunidades e não só vivendo das dos outros.


Ter a coragem de sair da zona de conforto é um ótimo primeiro passo, criar e ver resultado dando certo é melhor ainda. E aí? Qual oportunidade você vai criar?

 

Comece a sua carreira de escritor agora!

Você que tem o sonho de escrever. De ser escritor.  Sabe que é isso lhe faz feliz. Muito bem, agora me diz, imagina quão incrível vai ser se você ao menos começar. É isso mesmo: co-me-çar.

Se você é do time que diz que o ano só começa após o carnaval. Tenho três notícias:

  1. O ano começou mesmo no 00:01 de 01 de Janeiro;

  2. Carnaval já passou,  Janeiro e Fevereiro também;

  3. Março já tá quase no fim;

5,4,3,2,1

Então sim, o ano já começou. O que você tem a perder ao investir na escrita? Ah, isso mesmo: nada. Na escrita você só ganha.

Cada linha, palavra, ideia escrita é uma brecha para novos mundos. Cada texto compartilhado  é a oportunidade para se ter mais leitores. Você pode começar aos poucos, seja no medium ou se arriscando e criando um blog. O que for melhor. Depois do primeiro passo, tudo fica mais fácil. Tá apreensivo ainda? Uma dica nossa é buscar materiais e projetos voltados para a escrita. Existem até cursos online sobre escrita criativa. Em muitas cidades há oficinas literárias também. Há todo um universo da escrita, às vezes meio escondido é verdade, mas sempre presente. Basta se informar, seja na sua cidade e ou em grupos do Facebook.

Começou? Muito bem, agora mergulhe nesse mundo.

Agora que você começou a arcar mesmo com a escrita tudo vai ficar mais fácil. Comece montando uma plataforma do autor, organize as suas redes, vá em bancos de imagens e busque inspiração. Já foi assistir a algum booktuber? Se não, sério aproveite para relaxar e imergir em um novo mundo.

Pois ele é diferente. Nem todos os escritores e leitores são iguais. E que bom. Há quem ame lê resolve que vai ler 52 livros em 52 semanas, pessoas que não leem autores brasileiros, escritor que sabe muito de gramática, que adora ler os clássicos, que escreve só para jovem-adulto, só para criança, tem quem valorize e escreva histórias regionais, outros que criam mundos novos através da ficção. As possibilidade são infinitas. Há para todo tipo de leitor um escritor e vice-versa.

Por isso busque já no começo definir seu público-alvo e já valorizar a importância de quem lhe lê, uma vez que  ninguém é obrigado a entrar no seu blog ou perfil do Wattpad. E sabe, há sim alguém que pode lhe substituir. Dói? Dói. Mas esse é o meio da escrita.

Não se pode negar que há sim algum nível de competição, só que mais assim, leve. Muito menos do que em muitos ramos. Só que ela existe. No sentido que sim, quando você vai vender um livro ou divulgar uma publicação do seu blog você deve saber que está competindo com que chegou antes de você. E pela atenção dos leitores, que tá podem não ser os mesmos. Mas estamos em um país com baixos níveis de leitura.  Então sim, esteja ciente.

Olhos bem abertos para entender seu leitor.

Algo que a internet, e as redes sociais como um todo, nos trouxe é a habilidade de poder conhecer quem são os nosso leitores. São inúmeras ferramentas, plataformas, formatos que podem lhe ajudar a identificar os hábitos do seu público. Busque interagir, conhecer, saber quais são os seus textos favoritos do blog. E assim, use-os para guiar a sua trajetória como escritor. Sim, ajudar. Pois apesar de os leitores são normalmente bem honestos com suas opiniões você deve sempre ter em mente aonde quer chegar. E vai ser na base de tentativa e erro o seu percurso. De todos são.

Tente. Só dê o primeiro passo. Comece. Pode ser aquela tag do blog não seja muito lida, ou que a chamada do Facebook não tenha tanto alcance quanto você imaginou. Ou que não deve ter matado determinado personagem. Mas você deve seguir. Cada parágrafo apagado, cada ideia rascunhada é a uma nova oportunidade.  E seu público pode ser um ótimo termômetro para as suas ideias.

E se mesmo assim as coisas não saírem como você planejou, bom. Siga invertendo frases, trocando as linhas de lugar, mudando ideias e propósitos, troque nomes de personagens, faça novas capas de livros. Mude tudo se for necessário. Só siga tentando. Essa é uma das  melhores ações a ser executada na escrita. Tem um ditado, não sei quem falou primeiro, mas que sempre ressoa muito comigo, até aqui na Escritor Publicado que é assim: “o não eu já tenho”. O seu sim, no mercado editorial, na escrita como um todo está no ato de tentar.

A coesão em diferentes plataformas

Cada vez aumenta o número de redes em que se precisa estar presente. E entre Facebook, Wattpad, Instagram e cia parece que em qualquer momento alguém vai entrar em contato com você. E daí aquela surge aquela ânsia, “como responder?” Com coesão.

Sim, co-e-são.

Uma rápida busca no Google é capaz de comprovar essa resposta.def_coesao

Significado: “fig. unidade lógica, coerência de um pensamento, de uma obra.”A coerência não deve ficar apenas nos textos, deve ser utilizada também na forma de se comunicar com o público geral, parceiros profissionais e leitores. Especialmente nas nas plataformas e redes sociais. Nelas, você escritor, deve buscar sempre seguir uma única forma de linguagem, personalidade e estilo.

Porque?

Pense em uma marca, daquelas que interagem nas redes sociais. Qual a linguagem que ela utiliza nas redes? Há similaridade entre publicações de diferentes plataformas? Quase certo que sim. Afinal, algo que os social medias e grandes empresas mundo afora já compreenderam é a de que não adianta ter investimento em redes se não se tem coesão. O público fica confuso quando isso acontece. E com isso, a marca acaba por perder a tão almejada fidelidade do consumidor. E é nessas horas que o concorrente acaba por atender melhor.

Por isso você, que tem uma marca pessoal, deve estar atento a como se comunica nas plataformas. Afinal, seu texto é um produto. É lógico que se uma pessoa te conhece na plataforma “x”, ela deve saber identificar o seu trabalho na “y”. Não? A dificuldade em te encontrar em alguma plataforma pode inclusive lhe custar em termos de relacionamentos profissionais.

Afinal se você fala de uma forma em uma plataforma, porque se comunicar diferente em outra?

Essa falta de coesão pode soar estranho para quem resolve investir no seu trabalho, seja com a compra de um exemplar ou na parceria para divulgação.  E a última coisa que você almejou lá no seu sonho de ser escritor  foi perder oportunidades devido a escrita.

Como manter a coesão?

Muitas empresas fazem exercícios de persona de marca, designs, planilhas. Mas você pode começar ao poucos. Analise o que você considera importante para se ter uma boa interação com os seus leitores. Com isso você vai poder separar alguns pontos.

  • Escolher um formato de fala: Você vai usar uma linguagem mais polida? Mais jovem? Com gíria?. Determine qual o estilo de linguagem que você vai optar por interagir.
  • Estilo de Publicação: Com muitas ou poucas imagens? Divulgando o seu blog ou site? Compartilhando conteúdo de terceiros? Inúmeros são os estilos, escolha uns 2-4 e crie publicações de acordo com tais. E ah, com frequência também.
  • Personalidade: Extremamente conectado com o formato de fala, definir uma personalidade para a sua persona é essencial para a coesão. É recomendado, que como escritor, você utilize a sua personalidade para se conectar com os leitores. Isso faz com que o público consiga se identificar com você. A tarefa aqui é buscar transparecer da melhor forma possível a sua personalidade.

Viram? A coesão não é algo impossível. Bem pelo contrário, é realizável e você pode fazer em pouco tempo. Tire um tempo para pensar nesse aspecto, crie, separe os estilos de publicação e formatos e cuide um pouco da sua imagem como escritor nas plataformas.

Até o próximo texto.

Quanto tempo você investe na escrita?

Quantas palavras você já escreveu hoje? E ontem? No último mês? Consegue ter ao menos uma estimativa? Inúmeras são as vezes em que colocamos a nossa escrita em segundo plano. Afinal são tantas obrigações, contas, tarefas e interrupções que acabamos por não priorizar aquela que deveria ser a nossa principal aliada. E para ser 100% honesta, fonte de renda. Afinal, ser escritor envolve sim vender o que produzimos.

“Mas eu não tempo para isso”

Você não tem tempo ou simplesmente acha que não tem tempo? É importante analisar com cuidado a sua rotina, pois são coisas completamente diferentes.  Não ter tempo é quando o seu emprego, obrigações e horas de sono juntos consomem as 24 horas do dia. Achar que não tempo é quando sobra horas no seu dia e você opta por preencher demasiadamente com outros hobbies, como por exemplo: ficar muito tempo Instagram ou vendo séries.

Não ter tempo para escrita: Emprego + Obrigações + Horas de Sono = 24 horas do dia. Achar que não tempo: Emprego+ Obrigações+ Horas de Sono < 24 horas do dia.

Claro que você deve ter tarefas para desopilar, afinal o cérebro não vive só de trabalho, trabalho e mais trabalho. Mas a questão é que várias vezes investimos muito tempo em tarefas que não são tão relevantes assim. Assistir a 1 ou 2 episódios de série, ok. Mas será que você realmente precisa “maratonar” toda uma temporada em plena terça à noite? Será que não tempo para escrever uma linha, ou quem sabe até uma página?

Sabe, isso é muito comum com vários escritores, aspirantes a escritores e até com quem simplesmente tem que escrever algo em um tempo pré-determinado. Quantas vezes abdicamos da escrita, deixamos de escrever ou nos atrasamos em relação ao tempo? No último caso criamos até um certo caos na nossa vida.

A escrita por si não demanda obrigatoriamente muito tempo, nós que às vezes complicamos mesmo.  Ao invés de rabiscarmos, tirarmos as palavras que ficam “presas” na gente ou começarmos escrevendo uma linha de cada vez, sinto que muitos de nós queremos sentar e como se em um passe de mágica sermos capazes de escrever um livro inteiro. E como isso raramente acontece, ficamos frustados. E daí ao invés de nos permitirmos ter pontos de desenvolvimento, consideramos isso uma fraqueza.

Como se todo grande escritor só criasse livros em um dia só.

Duvido que isso alguma vez tenha acontecido. E sabe porque? Pois, até que se prove o contrário e se conclua que grandes escritores sejam robôs, todos escritores são humanos. Carne, osso, água e pó de estrela. E criam com o “tic tac” do relógio tocando na sua mente. E o melhor? Inúmeros são os que escrevem e publicam livros. Bons livros.Que são citados depois.

E para isso têm disciplina e investem na própria escrita. E isso é algo completamente realizável. Afinal, quantas vezes você investe na escrita ou criação de outras pessoas? Calma, não estou dizendo para parar de ler, ou ouvir podcasts ou assistir séries. Afinal, quanto mais referências, melhor a qualidade do que você produz.

Investir na própria escrita significa se permitir e organizar de forma a ter tempo para escrever. Você pode levar sempre um bloco de ideias, marcar um período de tempo na sua agenda só para escrever, fazer projetos de escrita ou até mesmo se valer de aplicativos para organizar o tempo e escrever mais. O que importa é ter a escrita como uma das suas prioridades. Talvez você acabe escrevendo duas ou três linhas enquanto espera o ônibus ou o café ou até mesmo na hora do almoço. Mas o que importa é escrever. Sem desculpas ou mimimi. Afinal, investir tempo na escrita é essencial para ser um escritor.

 

 

A importância do “novo” para os escritores

Aqui na Escritor Publicado compreendemos que nem todos nós temos o privilégio de ter através a escrita como fonte de renda. Afinal, a escrita e a cultura são bens que infelizmente sofrem com muitos cortes financeiros país e mundo afora. Ainda mais em plena crise. Mas isso não quer dizer que os escritores devem parar de ampliar os seus conhecimentos, nem os seus universos literários. Muito pelo contrário, é nessas horas que se deve buscar o “novo”.

“Mas Jade, eu vou cair na rotina”

Sim, cair na rotina é algo muito fácil de acontecer, as atividades vão se alinhando e quando vemos passamos a seguir um padrão diário, realizando a mesma tarefa no mesmo horário. O bom é que saber o que nos espera faz com que sejamos capazes de nos organizar e manter um fluxo coeso de trabalho. A parte ruim é que por ficarmos tão habituados com as mesmas tarefas, pessoas e lugares acabamos por não ter acesso ao “novo”. Sabe? Quando não saímos para conhecer lugares diferentes, nem interagirmos com pessoas com hábitos e ou culturas opostas da nossa não somos apresentados a novas experiências, nem ganhamos um pouco de “ar” na nossa imaginação, isso é o “novo”. Ele é capaz de fazer com que novas ideias surjam, o que acaba por gerar novas histórias.

“E como eu faço isso?”

São escolhas simples que possibilitam o “novo”. Pegue a sua agenda, calendário, bullet journal, enfim aonde você mantém organizado o seu dia e veja o que pode ser alterado sem grandes investimentos ou riscos.  Assim você não precisa despender de grandes quantias e nem fica na inércia. Olha alguns exemplos:

  •  Já pensou em passear por  um dia em alguma cidade próxima? É um passeio relativamente barato que pode servir como inspiração. Quem sabe até para um cenário de um livro hein.
  • Falando em cenário, poucas são as pessoas que conhecem todos os pontos turísticos da própria cidade. Separe uma lista de museus, praças, bairros conhecidos e ruas e saia pra “turistar”.
  • Sabe aquele amigo/amiga que tem um gosto de leitura completamente diferente do seu? Pois então pergunte pra essa pessoa qual o livro favorito dela e leia. Assim, você pode conhecer um novo universo, outra realidade sem sair do conforto da sua casa. O mesmo vale pra pedir indicação de filmes, séries, booktubers novos.
  • Você sempre cozinha a mesma coisa? Pesquise no Pinterest por novas receitas que contenham alguns dos seus ingredientes favoritos. A mudança de sensações pode contribuir bastante com o processo criativo.
  • E se você fizesse caminhos alternativos para chegar no mesmo lugar? Assim você conhece novos cantos do seu bairro e ainda exercita o cérebro.

“Tá, e…”

Essas foram só alguma das formas de buscar o “novo”, existem inúmeras formas de fazer isso e é muito importante saber identificar quando as coisas estão ficando um pouco “demais” para a sua criatividade. Ainda mais se você tem o hábito de usa-lá com com bastante frequência.

Não negligencie o “novo”, ele pode ser às vezes meio chato de buscar mas é quem mais vai contribuir pro desenvolvimento das suas histórias, dos seus personagens. Ele está conectado diretamente à sua criatividade e ao seu crescimento como autor.

Qual foi a última vez que você buscou o “novo”? Não lembra? Usa uma das nossas dicas e vê o que acontece.

Os escritores e o hábito

O “tic tac” de um relógio pode significar diferentes coisas. Para alguns ele serve como motivação, outros encontram na batida de ritmo secundário uma força que os agonia e que, por vezes, os estressa. O que essa batida simboliza é a continuidade. Perceber que depois de um “tic” vem um “tac” é compreender  que até mesmo uma máquina possui ao menos um hábito.

Esse infinito ciclo de “tic”e “tac” é o que nos coloca em movimento. Por vezes nos desperta antes do horário necessário, mas sempre nos saluda. Não importa o dia que o colocamos a despertar. Essa precisão, de um verdadeiro hábito, deve servir como incentivo para você escritor. Escrever nem que seja uma linha por dia já serve. O importante é escrever todos os dias. Sempre, sempre, sempre. Com a precisão de um relógio.

Já falamos aqui da importância do sonho e de como ele deve ser sempre equivalente aos esforços despendidos. Pois bem, tenho outro ponto a acrescentar: Sonhar sem hábito também não adianta nada. Pense comigo, se você já tem um sonho e até onde está disposto a se sacrificar, faz total sentido se organizar e criar um hábito. Afinal, você já se comprometeu com o sonho em questão, só falta agir. Entrar em movimento.

E se movimentar significa agir, escrever ao menos uma linha por dia. É buscar inspiração, feedback e páginas escritas. E mais do que tudo, estar em movimento significa colocar em um ponto o seu sonho, pegar o que você está disposto a fazer e todo dia marcar um “X” no que foi feito.

Criar, ler, escrever, corrigir, rescrever, publicar e divulgar são formas de manter o hábito da escrita. Use o relógio como ritmo de trabalho. Ao ouvir o “Tic tac“, escreva outra palavra, outra frase. Corra atrás dos objetivos traçados através das letras. Coloque um pouco de si cada dia. Sem parar. Não sabe sobre o que escrever ou tá com bloqueio criativo? Busque inspiração em grupos de redes sociais, hashtags, páginas do tumblr ou até mesmo no nosso  projeto “365 dias de Escrita”. O que importa é sempre escrever.

Uma letra de cada vez, até que vire uma frase, essa vire um parágrafo, depois um capítulo e por fim um livro. Siga a diante independente das dificuldades encontradas. Nem sempre é fácil, mas o hábito da escrita é um dos mais recompensadores.

Boa escrita e até o próximo texto.